sábado, 19 de dezembro de 2009

ESTRANHA SINA




Sol poente, novamente, despertar e prazer
Delimita sua vida, ou o sangue ou morrer
Caminha nas sombras, sob a luz do luar
Escondido nas lendas, sua sina é matar

Sedução sua arma, força eterna a reinar
Inocente a jovem, que o convida a entrar
Beijos e carícias, como poderia imaginar?
Que ele em mente só tinha sua veia a pulsar

Olhos rubros, dentes saltam
Brancos, afiados e fatais
Rasgam a pele e atacam

Drenando o viço dos mortais
A jovem cai, exangue e fria
Do pescoço, nenhuma gota escorria.



Nenhum comentário:

Postar um comentário