
Sol poente, novamente, despertar e prazer
Delimita sua vida, ou o sangue ou morrer
Caminha nas sombras, sob a luz do luar
Escondido nas lendas, sua sina é matar
Sedução sua arma, força eterna a reinar
Inocente a jovem, que o convida a entrar
Beijos e carícias, como poderia imaginar?
Que ele em mente só tinha sua veia a pulsar
Olhos rubros, dentes saltam
Brancos, afiados e fatais
Rasgam a pele e atacam
Drenando o viço dos mortais
A jovem cai, exangue e fria
Do pescoço, nenhuma gota escorria.

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